Domingos Costa
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Domingos Costa
Colaborador
domingoscunhacosta@gmail.com

Extratos da vida da irmã Maria da Conceição Pinto da Rocha (artigo nº 5)

4 Abril 2017

Em sequência do artigo anterior, é notório o crescimento evangélico verificado na Congregação, é claro que é devido ao empenhado envolvimento das Agregadas.

Elas, fruto da ligação a Deus, são impelidas pela vontade de crescerem no apostolado missionário e redentor, comungando intensamente o amor piedoso.

Por outro lado as Agregadas, felizmente mantêm um obstinado empenhamento em ações de apostolado nas freguesias, na Diocese e, como diz no livro “…sendo fermento nos diversos movimentos…” (…) “…em comunhão com as Irmãs, as Religiosas com votos, em todas as dimensões e exigências.”

Assim sendo, as Agregadas “devem viver o amor, para se oferecer com Cristo e como Ele, vão recebendo formação específica, quer nos encontros mensais, quer nos retiros, quer de outras formas (correspondência e encontro com a Responsável Geral do Instituto) e outros.”

Depreende-se, claramente, existirem várias fases de formação em todo o percurso. Ou seja, até se comprometerem com a entrega temporária e posteriormente definitiva. Tudo isto, como já referi, sempre com o imprescindível e, incondicional apoio das Irmãs Religiosas.

Todavia, é necessário ter presente, que Deus, só concede o dom de Agregadas àquelas que efetivamente têm vocação, e simultaneamente, reconhecidas por Ele para pertencerem à Família.

 

 

A Congregação, empenhadamente apela, para integrar na missão missionária o ramo masculino, tal como o livro sublinha: “multidão e muito grande será a dos leigos que, vivendo no mundo, se hão-de filiar nesta Obra, na sua secção de Agregados”. Também, gostariam que os Padres, na sua missão evangélica promovam – quando o chamamento de Deus é invocado – a vocação de mais Agregadas.

A Fundadora e Serva de Deus, Maria da Conceição Pinto da Rocha, sabia que Deus necessitava de um apostolado rico e fecundo, direcionado ao apostolado da misericórdia. No livro, são feitas perguntas: “Que entendeu ela por isso? Que podemos nós hoje entender? Como realiza-lo nos tempos de hoje? Que sentido tem? Que origem bíblica e que fundamento teológico encontramos nós para este apostolado? Como vivê-lo e concretizá-lo hoje? Se na vida da Serva de Deus ele foi determinante, precisamos de ir às origens e aprender com ela essa graça, esse dom, esse modo de ser “apostola da misericórdia”.

É importante saber que, o amor de Deus é o consagrado amor da misericórdia, que, Jesus, o redentor da humanidade, por amor se sacrificou, e morreu na cruz.

Salienta que há humanidade, não lhe falta oportunidades para receber o carinho e ternura de Jesus e, assim, se remir. Fazendo a partir daím um envolvimento com Jesus sadio, misericordioso e, compassivo, de forma a comungar e seguir o trilho de Deus.

A conduta supra referida, leva-nos a refletir sobre a atitude do Bom Samaritano, bem como o Bom Pastor. Desta forma está patente que a redenção de Deus reveste-se eternamente da compaixão, sendo esta, a sublime demostração do verdadeiro amor em Deus e, ao próximo.

 

Finalizo com belíssima frase contida no livro:
“A morte de Jesus Cristo é a maior manifestação de que Deus é Amor, de que o Pai é amor, um amor repleto de misericórdia. Morrer na cruz para salvar, para remir e libertar, para expiar e resgatar é a expressão máxima do amor misericordioso.”

 


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