Europa

Águas balneares europeias cada vez mais limpas. Portugal segue o padrão europeu de excelência.

2 Junho 2017

A  portaria n.º 173/2017 de 26 de maio, identifica para o ano de 2017, em território nacional as águas balneares costeiras e de transição e as águas balneares interiores, fixando as respetivas épocas balneares, e procede à qualificação, como praias de banhos, das praias marítimas e das praias de águas fluviais e lacustres. As águas balneares não qualificadas como praias de banhos são aquelas em que à data da publicação da portaria não estava assegurada a vigilância a banhistas.
Relativamente à classificação da qualidade das águas balneares, em síntese:

em 2016, foram identificadas 579 águas balneares (464 águas costeiras ou de transição e 115 águas interiores), o que corresponde a um acréscimo de 10 relativamente a 2015 (quatro costeiras ou de transição e seis interiores);

no que respeita à qualidade das águas balneares costeiras e de transição, em 2016 manteve-se uma elevada percentagem de águas com a classificação “aceitável” ou superior (97,8%), sendo que 89% obtiveram classificação “excelente”;

relativamente à qualidade das águas balneares interiores, em 2016 registou-se também a uma elevada percentagem de águas com classificação “aceitável” ou superior (93.9%), tendo aumentado relativamente ao valor em 2015 (89,9%) e 69,6% com classificação “excelente” (em 2015 era de 63.3%).

Das 579 águas balneares identificadas em 2016, 97,1% apresentaram qualidade “aceitável” ou superior, 85,1% apresentaram qualidade “excelente” e apenas 0,7% evidenciaram “má” qualidade.

Tal como nos últimos anos, a grande maioria das zonas balneares europeias pode-se orgulhar da boa qualidade da água.

Segundo o relatório, mais de 85 por cento das zonas balneares europeias monitorizadas em 2016 satisfaziam as mais rigorosas normas de qualidade (qualidade «excelente»), o que significa que a maioria das zonas balneares está isenta de poluentes nocivos para a saúde humana e para o ambiente. Mais de 96 por cento das zonas balneares satisfazem os requisitos mínimos de qualidade estabelecidos ao abrigo das regras da União Europeia.
Em 2016, 96,3 % dos locais cumpriram os requisitos mínimos de qualidade definidos na diretiva da UE relativa às águas balneares (ou seja, apresentaram qualidade «suficiente»). Este valor é ligeiramente superior ao verificado em 2015 (96,1 %). Mais de 85 % (85,5 %) das zonas balneares atingiram o nível mais rigoroso da diretiva (ou seja, qualidade «excelente»), um valor em alta face a 2015 (84,4 %).
Todas as zonas balneares analisadas na Áustria, Croácia, Chipre, Estónia, Grécia, Lituânia, Luxemburgo, Letónia, Malta, Roménia e Eslovénia alcançaram, pelo menos, uma qualidade «suficiente» em 2016.
Em cinco países, 95 % ou mais das águas balneares foram classificadas como sendo de «excelente» qualidade: Luxemburgo (todas as 11 zonas balneares), Chipre (99 % dos locais), Malta (99 %), Grécia (97 %) e Áustria (95 %).
Em 2016, 1,5 % (1,4 % para os países da UE) das zonas balneares foram classificadas como tendo qualidade da água «medíocre». Entre as épocas balneares de 2015 e 2016, o número de águas balneares classificadas como «medíocres» diminuiu de 383 para 318 (de 349 para 302 na UE).
O número mais elevado de zonas balneares com água de qualidade medíocre regista-se em Itália (95 zonas balneares ou 1,8 %), França (82 zonas balneares ou 2,4 %) e Espanha (39 zonas balneares ou 1,8 %).
Fontes: Comissão Europeia, Agencia Europeia do Ambiente e Agencia Portuguesa do Ambiente.
http://europa.eu/rapid/press-release_IP-17-1438_pt.htm

 

 

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