Domingos Costa
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Domingos Costa
Colaborador
domingoscunhacosta@gmail.com

Conferência da Congregação das Irmãs Missionárias Reparadoras da Santa Face

31 Julho 2017

Estimados leitores, mais uma vez fui convidado para participar na Conferência realizada no dia 2 de Julho pela Congregação das Irmãs Missionárias Reparadoras da Santa Face.

Pensei, e, com mais tempo decidi, voltar a relatar o tema da Conferência, tendo como orador – e habitual – o Sr. Padre Armando Dias.

Decidi, porque, o tema era a “Santidade de Deus”, é um tema premente e aconselhável, para, também, neste jornal ser difundido.

Ainda antes de divulgar a mensagem proferida pelo Conferencista, pretendo dizer, que, em face de já ter entrado a uns anitos bons na terceira idade, tenho alguma dificuldade em captar todo o sumo Evangélico oferecido pelo orador ao auditório. Assim sendo, aviso o prezado leitor, que, em essência, a minha mensagem é limitada.

O Sr. Pe. Armando com a sua invejável tese oratória, iniciou por dizer, que, a vivência da humanidade pode ou não obter sucesso. Contudo, a Santidade está acima de tudo isso. De seguida, teve o condão e cuidado de sublinhar que rezando, é servir Deus; simultaneamente respeitar o semelhante amando-o, como Deus nos ama.

Portanto, é seguro que, a Santidade não pode aliar-se à ambição desmedida, à luxúria, opressão desgarrada, bem como todas as coisas mundanas.

Também sublinhou, que é muito importante saber amar, mesmo em situações adversas, porque os contratempos sucedem-se sem razão aparente, bem como, saber viver com ausência da inveja, sem ciúmes e, em comunhão global. Viver, amando, como Jesus.

Sintetizou que, quando nascemos, somos o que Deus deseja: Santos. E, é, com essa Santidade, que Deus gostaria que houvesse uma fidelidade intensa e sagrada, garantindo indefinidamente a perfeição no Mundo.

Ao estar enquadrado nos supracitados critérios religiosos, – viver com a graça de Deus -, sobretudo de forma incessante; conduz inequivocamente à Santidade.

Foi claro ao dizer, que, Jesus, quando veio ao Mundo, sabia ao que vinha. Acompanhava-o um projeto. Um projeto – audacioso -, conforme o desígnio de Deus. O qual, foi respeitado na íntegra.

Sabe-se que, antes de Jesus vir ao Mundo, Deus, era quase como temível e distante. Todavia, chegado, as mentes foram transformadas. Deus passou a ser acessível, mais próximo, amigo, amigo íntimo e companheiro permanente na vivência humana.

O Sr. Pe. Armando Dias, adiantou que Deus ao ser audível, é familiar e ternurento com a humanidade, conduzindo-a a uma proximidade sem precedentes. Solicitou para rezar, recordando que, a oração, é necessária e surge de forma fulgurante e inequívoca. Dir-se-á: o rezar, permite uma intimidade – e Piedade – perfeita com Deus.

 

 

Tocou ainda num ponto muito sensível: PERDOAR. Ao perdoar, os erros dos outros nunca são menosprezados, nem condenáveis. Por isso, é importante saber perdoar, perdoar com ternura e amor, de forma a reconhecer com lucidez e decência todos os erros.

Deu como exemplo o procedimento que temos com as maleitas corporais. Quando as temos, recorremos a médicos. A nível espiritual existe a Igreja e conselheiros responsáveis e idóneos para nos aconselhar e aliviar das dúvidas e males instalados.

 

 

Finalizo, com uma mensagem da Serva de Deus, oferecida no fim da conferência:

Quem me dera poder consolar-Vos do abandono que sofreis em tantos tabernáculos do mundo”.

 

Domingos Costa

 

 


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